CADERNOS DE EXPERIÊNCIA ATER

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NOVAS PUBLICAÇÕES

O PAPEL DA EXTENSÃO RURAL NO FORTALECIMENTO DA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA CONTEXTUALIZADA E SUA ORGANIZAÇÃO EM TERRITÓRIOS ETNOEDUCACIONAIS NO NORDESTE DO SEMIÁRIDO BAIANO

O presente artigo faz uma reflexão acerca do marco regulatório do Decreto Lei Nº 6.861, de 27 de maio de 2009, que trata da Educação Escolar Indígena e define sua organização em territórios etnoeducacionais, com recorte no Nordeste do Semiárido Baiano, procurando identificar e caracterizar os resultados alcançados com aplicação desta lei e suas vulnerabilidades.

Leia mais: https://semanaacademica.com.br/artigo/o-papel-da-extensao-rural-no-fortalecimento-da-educacao-escolar-indigena-contextualizada-e

O EDMODO COMO “PORTA” DE ACESSO PARA O ENSINO HÍBRIDO E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA SALA DE AULA DA EJA: POLÍTICA PÚBLICA COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO SOCIAL

O presente artigo faz uma reflexão acerca de como as redes sociais educativas podem afetar, sobretudo, o processo educativo de jovens estudantes, considerando ao mesmo tempo a realidade de extrema desigualdade social vigente no país e o papel do Estado como agente de políticas públicas com mecanismo de inclusão social. É necessário, portanto, considerar as redes sociais como uma “porta” de acesso para novos caminhos e perspectivas didáticas, que abrem possibilidades de integração de aprendizagens entre ferramentas tradicionais e ferramentas online em sala de aula. Decorre dessas combinações de aprendizagens uma modalidade de ensino híbrido, que permite acesso às novas tecnologias na sala de aula clássica, onde o professor poderá compartilhá-las com os alunos. Num contexto receptivo a essa nova dinâmica de ensino online, recomenda-se o emprego da Rede Social Educativa, denominada Edmodo na EJA, a qual poderá contribuir positivamente para dar nova acepção às práticas pedagógicas, propiciando assim um intercâmbio dialógico entre novas tecnologias e novas práticas pedagógicas.

Leia mais: (https://semanaacademica.com.br/artigo/o-edmodo-como-porta-de-acesso-para-o-ensino-hibrido-e-novas-tecnologias-na-sala-de-aula-da)

PUBLICAÇÕES

Os técnicos do IDESA tiveram três trabalhos de relatos de experiência técnica publicados nos Anais II CIERD, submetidos no Congresso Internacional de Extensão Rural. Estes relatos ocorreram durante a execução de atividades do Projeto PRÓ SEMIÁRIDO, em comunidades da cidade de Antônio Gonçalves. Os trabalhos têm como temas:

PROPAGAÇÃO ASSEXUADA DE LARANJEIRA EM CULTIVO ORGÂNICO NA COMUNIDADE RURAL DO MUCAMBO NO MUNICÍPIO DE ANTÔNIO GONÇALVES – BA

O presente relatório expõe a experiência técnica com o objetivo de mostrar a prática de propagação usada na comunidade de Mucambo, localizada na zona rural a 35 km do município de Antônio Gonçalves–BA, está no programa Pró Semiárido como Território Grota Produtiva. O relato foi desenvolvido com a comunidade onde eles relatavam que estavam precisando de melhorias e de forma conjunta planejávamos como sanar o problema sobre propagação para evitar perdas de mudas de laranjeiras de cultivo orgânico, sendo que a comunidade tem uma capacidade muito grande em se unir para ajudar uns aos outros. O relato de experiência visa mostrar a importância da propagação de forma assexuada e produção de mudas por meio da alporquia para manter um padrão de qualidade. A pesquisa ainda revela o interesse da classe jovem da comunidade em aprender técnica de propagação vegetativa com a população mais experiente da comunidade.

Leia mais: (https://www.even3.com.br/anais/ciierd2019/231448-propagacao-assexuada-de-laranjeira-em-cultivo-organico-na-comunidade-rural-do-mucambo-no-municipio-de-antonio-gon/)

USO DOS PRINCÍPIOS AGROECOLÓGICOS NO CULTIVO DA CANA DE AÇÚCAR DE ESPÉCIES CRIOULAS E HORTAS ORGÂNICAS DA COMUNIDADE QUILOMBOLA DE BANANEIRAS DOS PRETOS

O presente trabalho trata-se de um relato de experiência técnica com o objetivo de apresentar a experiência da comunidade quilombola de Bananeiras dos Pretos, localidade situada na zona rural há 4 km município de Antônio Gonçalves, com o cultivo de cana de açúcar e hortas comunitárias orgânicas pelos comunitários a partir de princípios agroecológicos. A comunidade quilombola existe há 140 anos e, hoje, têm 136 famílias de agricultores familiares, 30% são analfabetos, sendo que, apenas 14 participam ativamente no cultivo dos produtos orgânicos e recebem ATER do IDESA/SDR/CAR/FIDA no âmbito do Programa Pro Semiárido. O relato visa a exposição da vivência positiva e exitosa de uma comunidade tradicional, consolidada e atuante na região com a produção e comercialização de produtos isentos de agrotóxicos. A pesquisa ainda revela que os cultivos da cana de açúcar são de 6 espécies nativas da comunidade quilombola, duas delas crioulas, resistentes aos períodos de estiagem e a comercialização, aspecto importante e que destaca a proeminência do beneficiamento da cana de açúcar como rapadura e melaço ainda em formato de engenho com ajuda de bois, resistindo a cultura local desse modo de produção. Quanto ao cultivo de hortas também a comercialização é um aspecto importante que se destaca, pois a produção da comunidade abastece as feiras livres além do município de Antônio Gonçalves e alguns adjacentes do Território Identidade do Piemonte Norte do Itapicuru.

Leia mais: (https://www.even3.com.br/anais/ciierd2019/229417-uso-dos-principios-agroecologicos-no-cultivo-da-cana-de-acucar-de-especies-crioulas-e-hortas-organicas-da-comunid/)

USO DOS PRINCÍPIOS DO AGROEXTRATIVISMO NOS CAMPOS DE LICURI DA COMUNIDADE DO CALDEIRÃO DO MULATO

O presente trabalho trata-se de um relato de experiência técnica com o objetivo de apresentar a experiência da comunidade do Caldeirão do Mulato, localidade situada na zona rural a 12 km do município de Antônio Gonçalves/Ba, no Território Identidade do Piemonte Norte do Itapicuru, e localmente conhecido no âmbito do Programa Pro Semiárido como Território Rural Quilombolas Unidos em Ação, com o extrativismo do licuri e a sua preservação ambiental dos campos de agroextrativismo que hoje é uma realidade diagnosticada e trabalhada pela assistência técnica e extensão rural de uma ONG (Instituto de Desenvolvimento Social e Agrário do Semiárido) contratada pela SDR/CAR/FIDA no âmbito do referido programa que constatou que 100% do grupo de interesse (GI) que são beneficiários diretos na comunidade é sustentada pela quebra e a venda das amêndoas de licuri na forma in natura e beneficiada, são 23 (vinte e três) famílias quilombolas que vivem da quebra do Licuri. e em especial são as mulheres das unidades produtivas familiares que realizam essa atividade produtiva econômica, os homens apenas as ajudam na retida dos cachos nos pés de licuri. A comunidade existe há 2 séculos e, hoje, têm 279 famílias quilombolas, sendo que, apenas 23 ainda participam ativamente no agroextrativismo dos produtos orgânicos oriundos do licuri, conservando essa cultura e essa atividade socioeconômica local. O relato visa a exposição da vivência positiva e exitosa de uma comunidade tradicional, consolidada e atuante na região sertaneja do semiárido baiano com a produção e comercialização de produtos licuri isentos de agrotóxicos. A pesquisa ainda revela a presença majoritária da mulher no processo de administração, agroextrativismo e comercialização, aspecto importante e que destaca a proeminência do papel feminino no desenvolvimento do local.

Leia mais: (https://www.even3.com.br/anais/ciierd2019/228601-uso-dos-principios-do-agroextrativismo-nos-campos-de-licuri-da-comunidade-do-caldeirao-do-mulato/)

DOAÇÃO DE BARRACA – GUERREIRAS DOS UMBUS

 

A Comunidade de Flamengo no município de Jaguarari na Bahia é um ponto de passagem da BR 407, possuindo 1.482,6 km de extensão, cortando três estados: Bahia, Pernambuco e Piauí, ou seja, uma localidade que tem um grande fluxo de veículos e quem passa por Flamengo certamente vai ser abordado por vendedoras de Umbus, Seriguelas,  Tangerinas entre outros frutos, o fato é que para vender seus produtos um grupo de mulheres arriscam-se entre os veículos para chamar a atenção e efetuar suas vendas.

Como a comunidade já é assistida pelo IDESA no projeto de artesanato em madeira, os representantes do Instituto ficaram sensibilizados com as Guerreiras dos Umbus (grupo que organiza as vendas dos frutos na beira da BR 407) e doou uma barraca adquirida junto a CAR (Campanha de Desenvolvimento e Ação Regional), para que possa ser usada por este grupo de mulheres, dando suporte aos produtos, gerando sombra e mais visibilidade para os motoristas que ali transitam.

Qualifica Bahia - Amélia Rodrigues

 

Na quinta-feira, 07 de dezembro de 2017, o IDESA na presença de seu Presidente, Janilson Torquato dos Santos, esteve presente na cidade de Amélia Rodrigues-BA para participar da certificação do curso de Beneficiamento da Mandioca oferecido pela SETRE (Secretaria de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte) e ministrado pelo IDESA na comunidade remanescente de Quilombolas de Pinguelas no município de Amélia Rodrigues. Na oportunidade foram certificadas 20 mulheres quilombolas.

O curso teve uma carga horária de 200 horas, onde foram trabalhados os módulos sociais e técnicos. Preparando os alunos para enfrentar o mercado comercial com novas tecnologias e variedades, aproveitando ao máximo o que o produto tem a oferecer.

PNHR - O Quilombo de Baixão em Vitória da Conquista-BA está começando a visualizar as Casas construídas pelo IDESA já em faze de Acabamento

Beneficiários do ATER indigena receberam a primeira parcela do fomento e com a consultoria dos técnicos do IDESA já estão aplicando o recurso em melhorias na agropécuria familiar.

Nossa Caatinga tem um potencial incrível, o que nos falta é sensibilidade para percebermos as riquezas naturais deste bioma. Conheça mais sobre este Fruto saboroso e comum no Nordeste

o "Figo da Índia" ou simplesmente "Fruto de Palma". (Leia mais...)

O IDESA preocupado com a falta de água nas tribos indígenas na qual realiza um projeto de habitação adicionou e entregou aos beneficiários do PNHR 169 cisternas para captação de água da chuva...

PNHR Kiriri, construção das unidades habitacionais na cidade de Banzaê BA. 

O projeto de Avicultura tem por finalidade mostrar que é possível criar aves de postura no semiárido baiano e com a escolha das raças certas a economia familiar pode melhorar bastante...

Replicando Conhecimentos - Avicultura

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